Cultura @Lisbon I

A par dos fantásticos eventos do Festival dos Oceanos, nas ruas de Lisboa estão espalhadas obras da Bienal Portugal Arte 2010 - EDP, uma mostra internacional de arte contemporânea, que conta com escultura, instalações, graffiti, pintura, multimédia e banda desenhada.

Uma das minhas instalações favoritas (vai-se lá saber porquê) é que está na Praça dos Restauradores, mesmo em frente ao Hard Rock Cafe.



Não consegui descobrir o autor, mas sugiro irem ver. É uma instalação 'deliciosa', são pormenores até perder de vista, que nos levam ao 'mundo da fantasia'.

















Ainda na Praça dos Restauradores, existe um conjunto de esculturas de Robert Melee.









Caminhos Artísticos

O regresso ao trabalho foi também o regresso às caminhadas pela nossa Lisboa.
Apesar do calor que tem estado, as caminhadas que ao final do dia 'sabem a ginjas' têm sido bastante culturais.

Os graffitis começam a ser presença assídua na nossa e cidade. Se há algumas aberrações espalhadas pelas paredes de tantos prédios e muros, também existem verdadeiras obras de arte. Um exemplo, são as que encontramos na Calçada da Glória:




Os 7 Pecados Capitais
Gula é o desejo insaciável, além do necessário, em geral por comida, bebida ou intoxicantes.


Avareza é o apego excessivo e descontrolado pelos bens materiais e pelo dinheiro

Inveja é o desejo exagerado por posses, status, habilidades e tudo que outra pessoa tem e consegue


Ira é o intenso e descontrolado sentimento de raiva, ódio, rancor que pode ou não gerar sentimento de vingança

Luxúria é o desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material

Preguiça é a aversão ao trabalho, negligência, indolência, malandrice, morosidade, lentidão, pachorra, moleza

Vaidade é o desejo de atrair a admiração das outras pessoas

Lisboa é uma cidade bem artística :D

"Já estou melhor. Obrigada"

Um dia destes, depois do belo almoço no sítio do costume, ia com a Rita numa das nossas passeatas para 'desmoer' o petisco.

Descíamos aquela ruazita quem sai do metro do Chiado em direcção à Rua Augusta, quando a Rita me pergunta "já tinhas reparado naquela mensagem na parede?"


Passo ali tantas vezes, mas vou tão absorta com os meus pensamentos que nunca tinha dado conta.

Depois de um período menos bom, posso dizer o mesmo: Já estou melhor!

Férias Forçadas

Já começa a ser recorrente estas aventuras após as férias.
Quando iniciei este blog, andava em aventuras fresquinhas da neve. Uns diazitos de Snowboard na Serra Nevada acabaram em fisioterapia, mesoterapia e macacadas parecidas.

Por isso, comigo, para serem férias a valer tenho de trazer alguma mazela.

Depois da semana INESQUECÍVEL no Red Sea, vinha super contente. Só trazia nódoas negras nos pés, nas canelas, nos joelhos, nas coxas e braços, uns arranhões aqui, dedo esfolados de tanto vestir e despir o fato ... nada que fosso demasiado doloroso.

Chegámos a uma 5ª Feira e na 2ª Feira à noite estava a entrar de férias novamente. Desta vez, forçadas.
Depois de uns dias de muito cansaço decidi ir à SAP para ver o que era, de lá mandam-me para o Hospital e de lá já não saí. Entrei com pulseirinha amarela e após ECG, auscultação, medição de tensão arterial e temperatura, tentativas de gasometria, desmaio, soro na veia e TAC, fiquei internada na UCI.

Diagnóstico: Tromboembolismo Pulmonar Agudo.

Eu que adoro agulhas, já tinha uma espetada no braço. Assim que cheguei à UCI, juntou-se mais duas (uma em cada braço), já sem contar com as vezes que depois fui picada para fazer análises. Parecia uma árvore de natal, de tanto penduricalho.

depois da triagem
os penduricalhos num dos braços
 


À excepção das picadas, de me acordarem às 7h00 para fazer análises ao sangue, de ter passado tanto tempo sem me levantar da cama, a estadia até nem foi assim tão má.
- A comida 5* (só a gelatina ... blhackkkk);
- As Enfermeiras e os auxiliares super simpáticos, acessíveis e com um espírito incrível para aguentar tudo o que passam no hospital;
- As minhas companheiras de quarto ... impecáveis;
- As manhãs eram uma agitação total. Depois das análises, banho e pequeno almoço, era hora de um episódio do "E.R Serviço de Urgência". Era hora de os alunos estagiários fazerem a ronda. Como era a mais nova no serviço, falava, mexia-me, tinha a noção do tempo/espaço, fui usada como cobaia/rato de laboratório para 5 alunos. Foram 5 exames para a faculdade que fiz (um dos quais deu 18 valores a um dos médicos), foram mais 5 vezes que repeti o que me tinha acontecido, o historial médico da minha família e de mim própria ...



Cómico também foi a primeira vez que me levantei. Depois de me habituar novamente à sensação de estar de pé, fui até ao corredor para exercitar um pouco as pernocas.
Parecia que estava ao volante do meu repolho e a ser ultrapassada por um ferrari a alta velocidade numa auto-estrada (é preciso dizer que o ferrari tratava-se de um nonagenário com pressa para chegar a algum sítio).

Nos próximos meses é tomar a medicação certinha e direitinha, nada de viagens, ginásticas malucas ou mergulho :'( Nada de quedas, cortes, traumatismos ... coisa que vai ser bem complicado conseguir. Bater em todo o sítio e mais algum, faz parte de mim (já sem me poder magoar, a primeira coisa que fiz assim que me levantei da cama do hospital, foi bater com o calcanhar nas rodinhas do cesto da roupa suja do duche).

Nos próximos tempos vou ter de arranjar alternativas mais softs e menos radicais.

Ao todo, foram 11 dias de "retiro espiritual", 7 dos quais sem me levantar da cama, ao que se juntou mais uma semanita em casa.
São fases menos boas pelas quais uma pessoa passa e que nunca pensou estar, alturas em que vemos quem realmente se preocupa connosco, em que se pensa em tudo o que já se viveu e no que ainda se quer experienciar ...


a vista do retiro
 


Agora dou mais valor ao que se costuma dizer: "Viver cada dia ao máximo"

Back from Paradise

Qualquer dia tenho de mudar o nome ao blog, talvez qualquer coisa como Fragmentos do Azul Profundo, ou Fragmentos do Mar.

Regressei ontem de uma semanita EXTRAORDINÁRIA por águas egípcias. O meu primeiro DeepDive Liveabord, no Red Sea, na companhia de um grupo fantástico e sempre muito animado. Não podia ter sido melhor ... quer dizer, poder até podia, se ainda por lá estivesse.

Mergulhámos em naufrágios (Giannis D; Chrisoula K; SS Thiselgorm; Rosalie Moller; ...) em recifes lindos e DropOff (Ras Muhamed). Ao todo, para mim, foram 17 mergulhaços (quase tantos como os que tinha desde que tirei o OWD em Setembro do ano passado), com imensos peixe de todos os tamanhos, cores e feitios, muitos recifes, águas apetitosamente quentinhas (entre os 27º e os 29ºC) e visibilidade incríveis.

O acordar era bem cedo (o mais cedo que fiz foi no SS Thiselgorm, às 6h59 egipcías) e pela frente esperávam-nos 4 mergulhos alucinantes.

Vi Clown Fish, Parrot Fish, Crocodile Fish; Trompetas; Xaréus (da família dos atuns); cardumes imensos de peixinhos vermelhos (Lyretail Hogfish); Puffer Fish de todas as cores e tamanhos (os meus preferidos foram uns branco/pretos que parecia que tinham uma mascarilha); Bluespotted Stingray; uma barracuda GIGANTE (sim Katas, eu vi-a :P); Napoleões (no Giannis D, havia um que parecia o Bisavô deles todos); Unicornfish; Butterflyfish; Redtooth Triggerfish; Blue Triggerfish; Cube BoxFish; Porcupinefish;. Pela primeira vi moreias, duas gigantes (maiores que eu), uma que me pareceu da mesma espécie, mas mais pequena, e uma outra branca com pintas pretas e boca amarela (obrigada TZ por me teres levado ao encontro delas).

Ficam algumas fotos desta fantástica viagem.







Back to the deep

Já há muito tempo andava a 'namorar' o Fusion e não resisti mais, queria ter uns merguhos fantásticos e sem frio.



Depois de um teste na piscina, ontem foi o grande dia de me aventurar no mar. E que dia ... um S.Pedro de bom humor que nos presenteou com um lindo dia de sol, dois mergulhos extraordinários, experiências novas com ainda muito que aprender e treinar e um grupo super animado, ou não fosse o DEEPeople.

O primeiro mergulho foi nas Mesas do Cabo; um 'profundo' de 42' com uma profundidade máxima de 25.4 metros e a água a uma temperatura de 15º (nem dei conta do friozinho), um spot onde ainda encontramos vestígios do River Gurara e onde avistámos uma raia marmoreada.

Depois de carregar baterias com a farinha torrada, chegou a altura porque tanto esperava: o meu primeiro mergulho fotográfico.
FINALMENTE estreei a minha G9 debaixo de água.

O Carlos deu-me as indicações necessárias para conseguir fotografar alguma coisa decente e depois ... glup glup glup já estávamos novamente lá em baixo.
Depois de várias 'chapas' tiradas, acho que para uma primeira vez ainda se conseguiram aproveitar algumas.

anemona2anemona4ourico2ourico1Ouriços do marpeixes

River by night

Se de dia o River é fantástico, à noite é de cortar a respiração ... foi um mergulho do outro mundo,que mesmo metendo água foi FABULÁSTICO. Foram 36' a 23,7 metros de profundidade, com uma água fresquinha de 14,8ºC.

Ontem à noite, o mar estava espelhado, o céu estrelado e a lua quase cheia, o feixe de luz do farol do Cabo anunciava a costa, a visibilidade incrível, o chá quentinho do Zé Luís fez milagres, a farinha torrada da Dália e do Leandro aconchegou os nossos estômagos e um grupo extraordinário numa noite que, mesmo sem registo fotográficos, foi inesquecível.

Guiada pelo fantástico intrutor Sílvio, a barbataninha-azul (Elizabete) terminou o seu Advance; acompanhada pelo super Alex fiz o meu primeiro grande nocturno (e que grande nocturno); o Zé Cortez e o Zé Luís lá andaram a explorar o fundo do mar connosco :)

Estou 'viciada' ... é uma experiência certamente a repetir.
Ainda tenho a adrenalina a correr nas veias, e as imagens da vida nocturna lá em baixo continuam a passar pela cabeça como se ainda lá estivesse em baixo ... as cores vivas dos Rascaços, alguns sargos veados ainda se passeavam lá em baixo, o plancton luminoscente a dançar mesmo à nossa frente, a perspectiva do casco do River, a visão de uma das escadas interiores .... MAGNÍFICO


ADOREI ... ADOREI ... ADOREI ... venha de lá esse Advance :D

Reveillon Subaquático 2009/2010




No último dia do ano de 2007 fui passar as 12 badaladas a Sesimbra (sim ... 2007, não estou a ficar doida).

O frio era grande, mas para ver fogo de artifício na praia da Califórnia aguentou-se.

Um pouco antes das 00h reparei num grupo de pessoas vestidas de forma "estranha". Quando reparei que eram mergulhadores perguntei-me "Mas o que estes malucos vão fazer para a água, a estas horas, com um frio de rachar?!" Minutos depois reparei qual era a "loucura" daquele grupo animado.



Quem diria que passados 2 anos eu iria fazer parte de tal grupo.

Apesar das condições meteorológicas e do estado do mar terem condicionado os planos originais de uma coreografia subaquática na baía de Sesimbra (na praia da Califórnia), à última hora o tempo lá melhorou e a alternativa de se fazer o mergulho dentro do porto de abrigo foi substituída por um mergulho mesmo em frente ao Hotel do Mar.

Ao todo éramos 60 mergulhadores e estávamos acompanhados à superfície por 40 surfistas.

Depois de um breafing e de nos equiparmos, chegou a altura de levarmos todo o equipamento para o barco e 'zarparmos' até ao local do mergulho. Entrámos na água um pouco antes da meia-noite, já de lanternas acesas para não nos perdermos dos nossos buddies numa água turva pela ondulação dos últimos dias.

Chegados lá a baixo (a uma profundidade de 7 metros), abrimos uma garrafa de champagne e fizemos um brinde ao novo ano. Depois de abraços e cumprimentos subaquáticos que a ocasião pedia, viemos todos à superfície para mais um brinde e abraços e apreciarmos o maravilhoso fogo de artifício que era lançado a partir da Fortaleza.

FOI LINDO ... quem me conhece sabe o quanto gosto de fogo-de-artifício e poder vê-lo daquela perspectiva, depois de uma experiência como a que foi passar as 12 badalas lá em baixo, na companhia de quatro buddies 5* (Zé, Elis, Alcindo e Luís) ... simplesmente INESQUECÍVEL.

Ainda sem o vídeo oficial do nosso mergulho, fica aqui uma amostra do que foi este ano um dos reveillons mais originais do país.




Foi sem dúvida uma passagem de ano diferente e a repetir.

um jardim submerso e um River no mar

Estes dois últimos fins-de-semana foram simplesmente FANTÁSTICOS.

No sábado passado, depois de mais de um mês a ressacar do último mergulho e de dois fins-de-semana de adiamentos por causa do mau tempo e do mau estado do mar, lá tivemos uma aberta para uma saída dupla com o "DEEP people". E que saída.

Saímos do porto e, porque o mar estava 'agitado' rumámos para o Jardim das Gorgónias. Sem dúvida um mergulho memorável, não só por ter ido aos 18 metros (novidade até esse dia) como pelo sítio em si. Um fundo maravilhoso, repleto de vida, com anémonas, nudibrânquios, ouriços do mar, alicia mirabilis, chocos, polvos, gorgónias, ruivos, estrelas do mar e muitos cardumes.

Depois de um primeiro mergulhito de 55' de puro êxtase, sem saber para onde olhar, viemos à superfície apenas para trocar a garrafa e (tentar) comer qualquer coisa antes da 2ª descida. Mas o tempo não ajudou e o frio que fazia cá fora, regressou comigo ao fundo, por isso o 2º mergulho terminou mais cedo (desculpa Pedro, mas já tremia por todos os lados).

A viagem de regresso foi ADRENALINA PURA. As ondinhas simpáticas fizeram a viagem parecer uma voltinha na montanha russa ou um daqueles espectáculos de rodeo. Posso dizer que nesse sábado estive com os pés em terra firme, fui ao fundo do mar e experimentei voo com direito a 'queda livre'.

Este domingo S.Pedro foi generoso connosco e já com sol rumámos ao Cabo Espichel para quê?! para quê?! Oh Yeahhh ... para um MEGA-HIPER-MERGULHO na popa do River Gurara.

O River Gurara é um porta-contentores Nigeriano que em Fevereiro de 1989, devido ao mau tempo, embateu violentamente contra os rochedos do Cabo Espichel, acabando por naufragar. Hoje é um dos spots de mergulho mais procurados na zona de Lisboa.
Este era um mergulho que já andava a querer fazer desde que soube que aqui perto havia naufrágios.

O mar ajudou e a visibilidade estava fantástica. Diz quem lá costuma mergulhar, que não é habitual conseguir-se uma visibilidade tão boa (+/- 20 metros).
A temperatura da água (16ºC) também não fez estragos, porque desta vez fui equipada de luvinhas (e que jeitão elas dão).

Ao contrário do que me acontecia nos primeiros mergulhos (até mesmo nos da piscina), os ouvidos portaram-se à altura do "acontecimento" e a descida até à popa do River (a uma profundidade de 25metros) decorreu sem percalços.

Já lá em baixo, aparvalhei. Acho que devem ter sido os efeitos da narcose, porque parecia que era a 1ª vez que estava a mergulhar e não sabia como respirar com o regulador, só queria respirar pelo nariz ... Mas lá me acalmei e pude usufruir do passeio.

Os peixes lá no fundo pareciam que tinham tomado qualquer hormona de crescimento, porque pareciam ENORMES, os bodiões quase que chocavam contra as nossas máscaras (parecem os pombos do mar ... quem quiser que se desvie), a fola que apanhámos transformou-nos em autênticos bailarinos subaquáticos e em certas zonas estava tão forte que conseguia movimentar as chapas do River.

Estar ao lado da hélice do River, foi magnífico. Dá para ter a noção da enormidade que eram os seus 176 metros (uma "pá" da hélice conseguia ser maior que um de nós).

Ao fim de 30' iniciámos a subida, altura em que voltei a aparvalhar.
Não devo ter subido a traqueia o suficiente para tirar o ar do BCD e não fosse o Sílvio tinha subido feito um balão. Mas lá consegui retomar o controlo e correu tudo bem.

Depois de chegar a terra firme, a parvalheira continuo e toca a apontar todos os dados da progressão do mergulho no River. O resultado foi este:



Cada vez mais gosto mais deste mundo azul, do silêncio e da tranquilidade das profundezas do mar, do estar lá em baixo e olhar cima e ver apenas água e bolhinhas, cardumes e os nossos companheiros de mergulho. É um mundo que nos faz esquecer de tudo para viver aquele momento. São experiências que valem por si e pelas novas amizades que fazemos.

7º Aniversário à deriva

Na passada 6ªFeira comemorámos mais um aniversário OL, o sétimo.
O dia foi passado a bordo de um veleiro a aproveitar os ares da Arrábida, do Sado e do Atlântico, num passeio entre Setúbal e Sesimbra.

Depois de zarpámos de Setúbal navegámos junto à costa da Arrábida até chegarmos à Praia do Ribeiro de Cavalo, situada na costa sul de Sesimbra, onde fundeámos.

Para abrir o apetite, fomos a banhos (nas águas frias mas não geladas) e até houve quem se aventurasse a nadar até à praia (ainda foi um esticãozito e por incrível que pareça, a viagem de regresso ao barco foi mais fácil).
Depois do exercício físico, a hora da 'paparoca' foi mais que mercida.

A sesta então ... soube a ginjas.
É uma experiência fantástica esticar a toalha na proa no veleiro, fechar os olhos e sentir o sol, o cheiro do mar e o 'sabor' da ondulação.

A tarde foi dedicada a trabalhos forçados.
Para passeios no mar ... há que ser marinheiro, por isso içámos a vela e fomos ao sabor do vento de regresso ao Sado.
Caça a vela e vira a estibordo ... caça a vela e vira a bombordo ... cuidado com a cabeça ... vamos passar por Tróia ... yeahhhhh

Um grande dia, passado a conviver em alto-mar

Este dia também foi 'memorável' por se ter apresentado o nosso mais recente projecto euParticipo.org no programa O Mundo das Mulheres.

Ficam aqui alguns registos do dia

photo by: Paulo Ribeiro


photos by: Hugo Silva



photos by: me



photos by: Ricardo Nascimento