O sábado passado foi dia de limpezas - o meu primeiro Clean Up Day.
O meu primeiro mergulho pós-Padi Open Wather foi um mergulho limpo. Nada melhor do que "oficializar" o fim do curso que participando numa iniciativa a nível internacional organizada pelo Project Aware Foundation, como foi o "Clean Up Day" no passado dia 19 de Setembro.
Em Sesimbra o "spot" escolhido pelo animado grupo da Deepdive foi o molhe de Sesimbra.
Tendo como budy directo o Alex, fizémos uma grande mergulho de 52 minutos (das 10:35 às 11:27) a 11 metros de profundidade (o meu mergulho mais fundo e demorado até hoje) numa água 'fesquinha' a 17,3ºC. Apesar da água fresquinha o frio nem foi sentido, tal não foi a nossa actividade de limpeza.
É incrível a quantidade de lixo que as pessoas depositam no mar (sobretudo as que mais vivem/dependem dele). No sábado tive uma maior percepção do atentado ambiental que se comete contra a vida marinha e contra nós próprios. Em 50 minutos recolhemos cordas, latas, o que me pareceu serem cobertores (ou algo do género), e as mais incríveis foram parte de um escadote e uma enorme bateria de barco!
Como primeira experiência do género, até que correu bem. Tive uns pequenos 'atrofios' com o peso do lixo v. flutuabilidade mas com o tempo e a prática vão deixar de existir.
Foi um pequeno contributo para sensibilizar as pessoas a tomarem conta deste nosso pequeno planeta, em que no meio de tanta limpeza deu para observar uma maravilhosa vida subaquática.
ADOREI ... venham mais mergulhos
Ficam aqui algumas fotos desta iniciativa tiradas pelo Carlos. Podem ver mais aqui
Terminei o meu primeiro PADI :)
Foi este domingo, com um duplo mergulho fantástico.
Não que os outros não tivessem sido, mas este teve o gostinho especial por serem os últimos mergulhos em que os "melgas" dos instrutores nos 'torturaram' debaixo de água com cada exercício .... obrigaram a inundar a máscara, ou a tirá-la e ficar sem ela por algum tempo, ou ir até à superfície simulando falta de ar ... tudo coisas super divertidas.
Foi na Baleeira, uma tarde de domingo passada literalmente debaixo de água, com visibilidade de 10 metros e uma temperatura de 19,5 graus (parece quente, MAS NÃO É!)
Fotos do Carlos no DEEPDIVE-NEWS
Obrigada Alex, TZ, Carlos e Sílvio.
Sábado lá terão de me aturar na minha primeira aventura pós-PADDI: Clean Up Day ahh e nada de sabotar garrafas fechando-as com chaves inglesas sim?! :)
Foi este domingo, com um duplo mergulho fantástico.
Não que os outros não tivessem sido, mas este teve o gostinho especial por serem os últimos mergulhos em que os "melgas" dos instrutores nos 'torturaram' debaixo de água com cada exercício .... obrigaram a inundar a máscara, ou a tirá-la e ficar sem ela por algum tempo, ou ir até à superfície simulando falta de ar ... tudo coisas super divertidas.
Foi na Baleeira, uma tarde de domingo passada literalmente debaixo de água, com visibilidade de 10 metros e uma temperatura de 19,5 graus (parece quente, MAS NÃO É!)
Fotos do Carlos no DEEPDIVE-NEWS
Obrigada Alex, TZ, Carlos e Sílvio.
Sábado lá terão de me aturar na minha primeira aventura pós-PADDI: Clean Up Day ahh e nada de sabotar garrafas fechando-as com chaves inglesas sim?! :)
As férias terminaram ... ficam as novas experiências, as novas amizades e o reencontro com as antigas, a vontade de continuar a fazer mais aventuras e cresce o bichinho pelo mundo subaquático.
Mais um filhote que nasceu.
Este "euParticipo.org" é um projecto inteiramente OL (idealização, design, desenvolvimento).
É um espaço que pretende dar voz aos cidadãos, onde se manifestam opiniões e se divulgam ideias para melhorar o nosso futuro.
Este "euParticipo.org" é um projecto inteiramente OL (idealização, design, desenvolvimento).
É um espaço que pretende dar voz aos cidadãos, onde se manifestam opiniões e se divulgam ideias para melhorar o nosso futuro.
Acho que toda a gente já passou pela mesma indecisão. Que fazer durante as férias?!
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Apesar de não parecer, eu sou a que está mais à direita na foto. No meio está o Alex, o meu instrutor
Enquanto não arranjo forma de a ter uma caixa estanque, vou ver com o Carlos se ele me faculta mais algumas experiências, pelo menos da saída de domingo.
Já foram lançados dois novos projectos OL.
O Fixing the Future (mais um 'filhote' de html e css) e o site do deputado europeu Mário David.
O Fixing the Future (mais um 'filhote' de html e css) e o site do deputado europeu Mário David.
Depois de, na 5ª feira, ter sido 'Dr. House' por um dia lá consegui ter um fim-de-semana sossegadito e sem dores.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Como o dia estava escaldante e as pernas já doíam, o final da tarde foi passado na piscina do hotel. Um carregar de baterias para o passeio da noite. Uma fantástica viagem de barco pelo rio, com direito a cabelos ao vento e pôr do sol nas margens do rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
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