Terminei o meu primeiro PADI :)
Foi este domingo, com um duplo mergulho fantástico.
Não que os outros não tivessem sido, mas este teve o gostinho especial por serem os últimos mergulhos em que os "melgas" dos instrutores nos 'torturaram' debaixo de água com cada exercício .... obrigaram a inundar a máscara, ou a tirá-la e ficar sem ela por algum tempo, ou ir até à superfície simulando falta de ar ... tudo coisas super divertidas.
Foi na Baleeira, uma tarde de domingo passada literalmente debaixo de água, com visibilidade de 10 metros e uma temperatura de 19,5 graus (parece quente, MAS NÃO É!)
Fotos do Carlos no DEEPDIVE-NEWS
Obrigada Alex, TZ, Carlos e Sílvio.
Sábado lá terão de me aturar na minha primeira aventura pós-PADDI: Clean Up Day ahh e nada de sabotar garrafas fechando-as com chaves inglesas sim?! :)
As férias terminaram ... ficam as novas experiências, as novas amizades e o reencontro com as antigas, a vontade de continuar a fazer mais aventuras e cresce o bichinho pelo mundo subaquático.
Mais um filhote que nasceu.
Este "euParticipo.org" é um projecto inteiramente OL (idealização, design, desenvolvimento).
É um espaço que pretende dar voz aos cidadãos, onde se manifestam opiniões e se divulgam ideias para melhorar o nosso futuro.
Este "euParticipo.org" é um projecto inteiramente OL (idealização, design, desenvolvimento).
É um espaço que pretende dar voz aos cidadãos, onde se manifestam opiniões e se divulgam ideias para melhorar o nosso futuro.
Acho que toda a gente já passou pela mesma indecisão. Que fazer durante as férias?!
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Apesar de não parecer, eu sou a que está mais à direita na foto. No meio está o Alex, o meu instrutor
Enquanto não arranjo forma de a ter uma caixa estanque, vou ver com o Carlos se ele me faculta mais algumas experiências, pelo menos da saída de domingo.
Já foram lançados dois novos projectos OL.
O Fixing the Future (mais um 'filhote' de html e css) e o site do deputado europeu Mário David.
O Fixing the Future (mais um 'filhote' de html e css) e o site do deputado europeu Mário David.
Depois de, na 5ª feira, ter sido 'Dr. House' por um dia lá consegui ter um fim-de-semana sossegadito e sem dores.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Como o dia estava escaldante e as pernas já doíam, o final da tarde foi passado na piscina do hotel. Um carregar de baterias para o passeio da noite. Uma fantástica viagem de barco pelo rio, com direito a cabelos ao vento e pôr do sol nas margens do rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
HIHI
Num só dia ... e dois bébés online :D
O da Finertec e o das Redes de Nova Geração (este último foi um contra-relógio)
Num só dia ... e dois bébés online :D
O da Finertec e o das Redes de Nova Geração (este último foi um contra-relógio)
Tenho andado um pouco ausente, mas também não tem havido nada de extraordinário para contar. Tive uma semanina de férias (uma semana em que S. Pedro esteve de mau humor); terminei as sessões de mesoterapia e fiz uma RM ao pulso porque continuo com dores e a minha rua, ao fim de 7 meses (mais coisa menos coisa) foi finalmente alcatroada.
Mas regressando ao que me levou a fazer este post ... ontem tive uma experiência saída dos Jetsons.
Fui jantar a Alfama. A ideia era ir ver ver Deolinda ao Castelo, mas não cheguei a tempo e os bilhetes esgotaram num ápice.
Para ser sincera, e por incrível que pareça, acho que nunca tinha estado naquela zona (a não ser naquelas visitas de estudo da primária que passam sempre pela Sé e pelo Castelo).
Como levei o meu repolho e não conhecia a zona, assim que vi um letreiro a dizer Parque 24H aberto foi para lá que me dirigi. Estranhei realmente a demora para entrar.
Será que está cheio? Será que há algum problema com a cancela?
Cheio não estava porque ainda dizia que havia lugares, e cancela estava a funcionar.
Estive tanto tempo à espera que houve pessoal que desistiu, deu meia volta e foi-se embora.
Finalmente os carros começaram a entrar.
Que estranho ... o homem deixou o carro assim no meio da entrada da garagem, vai-se embora e deixa-o ali?! Mas ... o carro está lá e a porta da garagem está a fechar, será que há mais lugares?! mas ... mas.. o carro que está à minha frente está a fazer o mesmo e que lá estava anteriormente desapareceu?!
Finalmente chega a minha vez ... "a menina do Mazda podia chegar-se um pouco mais à frente sff?!" (hihi, ao menos não disse a menina do carro verde). Lá segui as instruções e levei o meu repolho até à entrada da garagem misteriosa, onde li que era um parque automático.
As 'goelas' (porta) abriram-se e tive ordem de levar o carro lá para dentro, mas não antes de perguntar
- Isto é seguro?
Resposta do senhor:
- Sim não se preocupe!
- Chegue-se um pouco mais à frente, tem aí os espelhos em frente para se orientar. Quando terminar puxe o travão de mão, recolha os retrovisores e tranque o carro.
- Carregue primeiro no botão vermelho para confirmar que nao existe mais ninguém no carro e em seguida carregue no verde para o estacionar.
- Para recolher a viatura é pagar naquela casinha e inserir o ticket na máquina. O carro depois vem ter aqui!
WOWWWW a sério ... parecia mesmo uma garagem saída dos Jetsons, uma garagem que estaciona os carros sempre bem, em que não há problemas de abrir a porta um pouco mais e tocar no carro vizinho.
Apesar de não ter conseguido ver Deolinda, aproveitei e passeei lentamente pelas ruas de Alfama, ainda enfeitadas e com restaurantezitos bem simpáticos. Aproveitei e parei no miradouro para apreciar a vista e tirar umas fotos.
Foi uma noite bem passada.
Mas regressando ao que me levou a fazer este post ... ontem tive uma experiência saída dos Jetsons.
Fui jantar a Alfama. A ideia era ir ver ver Deolinda ao Castelo, mas não cheguei a tempo e os bilhetes esgotaram num ápice.
Para ser sincera, e por incrível que pareça, acho que nunca tinha estado naquela zona (a não ser naquelas visitas de estudo da primária que passam sempre pela Sé e pelo Castelo).
Como levei o meu repolho e não conhecia a zona, assim que vi um letreiro a dizer Parque 24H aberto foi para lá que me dirigi. Estranhei realmente a demora para entrar.
Será que está cheio? Será que há algum problema com a cancela?
Cheio não estava porque ainda dizia que havia lugares, e cancela estava a funcionar.
Estive tanto tempo à espera que houve pessoal que desistiu, deu meia volta e foi-se embora.
Finalmente os carros começaram a entrar.
Que estranho ... o homem deixou o carro assim no meio da entrada da garagem, vai-se embora e deixa-o ali?! Mas ... o carro está lá e a porta da garagem está a fechar, será que há mais lugares?! mas ... mas.. o carro que está à minha frente está a fazer o mesmo e que lá estava anteriormente desapareceu?!
Finalmente chega a minha vez ... "a menina do Mazda podia chegar-se um pouco mais à frente sff?!" (hihi, ao menos não disse a menina do carro verde). Lá segui as instruções e levei o meu repolho até à entrada da garagem misteriosa, onde li que era um parque automático.
As 'goelas' (porta) abriram-se e tive ordem de levar o carro lá para dentro, mas não antes de perguntar
- Isto é seguro?
Resposta do senhor:
- Sim não se preocupe!
- Chegue-se um pouco mais à frente, tem aí os espelhos em frente para se orientar. Quando terminar puxe o travão de mão, recolha os retrovisores e tranque o carro.
- Carregue primeiro no botão vermelho para confirmar que nao existe mais ninguém no carro e em seguida carregue no verde para o estacionar.
- Para recolher a viatura é pagar naquela casinha e inserir o ticket na máquina. O carro depois vem ter aqui!
WOWWWW a sério ... parecia mesmo uma garagem saída dos Jetsons, uma garagem que estaciona os carros sempre bem, em que não há problemas de abrir a porta um pouco mais e tocar no carro vizinho.
Apesar de não ter conseguido ver Deolinda, aproveitei e passeei lentamente pelas ruas de Alfama, ainda enfeitadas e com restaurantezitos bem simpáticos. Aproveitei e parei no miradouro para apreciar a vista e tirar umas fotos.
Foi uma noite bem passada.
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