Já terminou mais um OFFF.
O tema desta edição foi "fail gracefully" (falhar graciosamente) e o local Fundição de Oeiras. Sem dúvida um espaço maior que o anterior LX Factory, mas também bem mais quente e com condições acústicas um pouco aquém do esperado para um evento deste género.
O que interessa é que a qualidade/originalidade de algumas apresentações e apresentadores e dos trabalhos ultrapassaram superaram estes aspectos.
Foram 3 dias 'frenéticos' repletos de ideias novas e originais, onde estiveram presentes grandes nomes do mundo do design.
Aqui fica um pequeno 'resumo' daquilo que vi.
(... to be continued)
Este post é só mesmo para dar um cheirinho a OFFF'09, para mostrar o ambiente deste ano.
Depois do calor (humano), e das apresentações umas melhores que outras, terminou o primeiro dia da OFFF'09. No fim-de-semana, com mais calma e menos cansada, conto como tem sido mais uma OFFF experience.
Depois do calor (humano), e das apresentações umas melhores que outras, terminou o primeiro dia da OFFF'09. No fim-de-semana, com mais calma e menos cansada, conto como tem sido mais uma OFFF experience.
Lá comecei a nova sessão de tratamentos radicais.
Hoje iniciei a primeira sessão de mesoterapia, a ver se é desta que fico boa de vez do meu pulso.
A primeira coisa que disse à médica foi que tinha (tenho) uma relação de inimizade com as agulhas, que tenho pavor a agulhas e que, quanto mais longe elas estiverem de mim, melhor.
Resultado: "olhe que o ortopedista receitou-lhe mesoterapia" e riu-se.
Pois, a alternativa era continuar na fisioterapia, e como quero ficar rapidamente e definitivamente boa do pulso ... quero lá saber. Venham as agulhas que cá estarei para as receber.
Fiquei mais 'tranquila', porque parece que não sou a única com esta, digamos, fobia.
Segundo ela, já teve pacientes com o mesmo tipo de problema. Não só continuaram o tratamento, como não se queixaram e, melhor que tudo, ficaram 'curados' da fobia (quanto a este ponto, tenho sérias dúvidas, mas ....).
Depois de me adormecer a zona com aquele fantástico spray, em poucos segundos já tinha uns quantos buracos no pulso.
Não que tenha doído, mas ardeu para xuxu.
A sério, não foi tão mal como pensava, foi apenas desagradável.
O que interessa é que dentro de mais umas semanitas vou estar como nova, pronta para mais aventuras.
Hoje iniciei a primeira sessão de mesoterapia, a ver se é desta que fico boa de vez do meu pulso.
A primeira coisa que disse à médica foi que tinha (tenho) uma relação de inimizade com as agulhas, que tenho pavor a agulhas e que, quanto mais longe elas estiverem de mim, melhor.
Resultado: "olhe que o ortopedista receitou-lhe mesoterapia" e riu-se.
Pois, a alternativa era continuar na fisioterapia, e como quero ficar rapidamente e definitivamente boa do pulso ... quero lá saber. Venham as agulhas que cá estarei para as receber.
Fiquei mais 'tranquila', porque parece que não sou a única com esta, digamos, fobia.
Segundo ela, já teve pacientes com o mesmo tipo de problema. Não só continuaram o tratamento, como não se queixaram e, melhor que tudo, ficaram 'curados' da fobia (quanto a este ponto, tenho sérias dúvidas, mas ....).
Depois de me adormecer a zona com aquele fantástico spray, em poucos segundos já tinha uns quantos buracos no pulso.
Não que tenha doído, mas ardeu para xuxu.
A sério, não foi tão mal como pensava, foi apenas desagradável.
O que interessa é que dentro de mais umas semanitas vou estar como nova, pronta para mais aventuras.
Ontem foi o primeiro dia de um grande fim-de-semana, um fim-de-semanha em grande.
Aproveitámos um dia fantástico de sol para ir fazer a 1ª rodagem do meu repolho.
Destino: Tróia
Depois de quase uma hora na fila, lá apanhámos o ferry para Tróia.
Um ferry que por sinal também é, adivinhem lá, VERDE.
Foi giro ... além de haver um senhor que passou a viagem toda de volta do meu repolho ainda tive de ouvir "olha ali, tão giro, um mazda camuflado com o barco!" :D
Fiquei boquiaberta: Tróia está FANTÁSTICA. Os acessos estão muito bons (até ciclo vias criaram), as praias têm passadiços novos (com banquinhos para apreciar as vistas), barzinhos de praia muito giros, os jardins são coloridos. Até campeonato ibérico de windsurf ia haver.
Nem comento os mega-empreendimentos super modernos que por lá cresceram, porque "quando for grande" quero ter lá uma casa de férias. Uma casa isolada, com uma piscina enorme e vista para o rio, em que ficamos indecisos entre um mergulho na piscina ou umas soneca no areal.
Espero regressar brevemente. Deixar o repolho em Setúbal, levar a bike e atravessar o Sado para um belo dia de praia em Tróia.
Aproveitámos um dia fantástico de sol para ir fazer a 1ª rodagem do meu repolho.
Destino: Tróia
Depois de quase uma hora na fila, lá apanhámos o ferry para Tróia.
Um ferry que por sinal também é, adivinhem lá, VERDE.
Foi giro ... além de haver um senhor que passou a viagem toda de volta do meu repolho ainda tive de ouvir "olha ali, tão giro, um mazda camuflado com o barco!" :D
Fiquei boquiaberta: Tróia está FANTÁSTICA. Os acessos estão muito bons (até ciclo vias criaram), as praias têm passadiços novos (com banquinhos para apreciar as vistas), barzinhos de praia muito giros, os jardins são coloridos. Até campeonato ibérico de windsurf ia haver.
Nem comento os mega-empreendimentos super modernos que por lá cresceram, porque "quando for grande" quero ter lá uma casa de férias. Uma casa isolada, com uma piscina enorme e vista para o rio, em que ficamos indecisos entre um mergulho na piscina ou umas soneca no areal.
Espero regressar brevemente. Deixar o repolho em Setúbal, levar a bike e atravessar o Sado para um belo dia de praia em Tróia.
Mais umas fotos do mega-passeio, cortesia da fotógrafa Carina, uma fotógrafa que andou a tirar fotos onde não deviva :P
hehe
hehe
Consegui desviar parte do pessoal para um almoço culturalmente revolucionário.
Fomos buscar os 'morfes' ao caótico Armazéns do Chiado para depois usurpámos uma das mesinhas destinadas às jogatanas no jardim do Carmo.
Batatas fritas e hamburguer comidos fomos passear para as Ruínas do Carmo, não antes sem vermos uma procissão de 'camones' a descer a Rua do Carmo em GoCar amarelos, sermos perseguidos pelos pombos e de tirarmos umas quantas fotos junto da Bula (a chaimite portuguesa).
É um sítio que merece ser visitado.
Fomos buscar os 'morfes' ao caótico Armazéns do Chiado para depois usurpámos uma das mesinhas destinadas às jogatanas no jardim do Carmo.
Batatas fritas e hamburguer comidos fomos passear para as Ruínas do Carmo, não antes sem vermos uma procissão de 'camones' a descer a Rua do Carmo em GoCar amarelos, sermos perseguidos pelos pombos e de tirarmos umas quantas fotos junto da Bula (a chaimite portuguesa).
É um sítio que merece ser visitado.
Já havíamos tentado vê-los na 6ªFeira, mas ainda não tinham sido plantados. Hoje regressei ao Terreiro de Paço (em obras) e lá estavam, junto ao Cais das Colunas, os "jardins-portáteis".
São 45 os "jardins" de oliveiras concebidos pelo artista plástico Leonel Moura, uma espécie de "ilha", compostos por um banco com rodas, uma oliveira e mais umas plantas.
São 45 os "jardins" de oliveiras concebidos pelo artista plástico Leonel Moura, uma espécie de "ilha", compostos por um banco com rodas, uma oliveira e mais umas plantas.
ESTOU EUFÓRICA ...
Foi um parto difícil, mas finalmente já tenho o meu verdocas e a viagem inaugural já foi feita. Hora de ponta em Lisboa e portou-se fantasticamente.
É o meu VERDOCAS.
Foi um parto difícil, mas finalmente já tenho o meu verdocas e a viagem inaugural já foi feita. Hora de ponta em Lisboa e portou-se fantasticamente.
É o meu VERDOCAS.
Tenho de descobrir mais sítios destes.
Estou há 3 anos a trabalhar no Chiado e não fazia ideia que existia tal sítio em Lisboa, qual história das "Mil e Uma Noites".
Quando entro, parece que cheguei a Marrocos (não que já lá tenha estado, mas ...). Um saguão, mosaicos no chão e azulejos nas paredes, arcos de ferradura ornamentados com pequenos rebordos que sustentam o edifício são fortes evidências de uma influência da cultura árabe.
Chama-se Casa do Alentejo e é um plácio nas Portas de Santo Antão, que terá sido construído nos finais do séc. XVII. Já pertecenceu a uma famíla aristocrática, os Paes do Amaral (ou Viscondes de Alverca), daí o nome do edifício: Palácio Paes do Amaral ou Palácio Alverca.
No início do século passado, tornou-se no 1º Casino de Lisboa: Magestic Club que mais tarde deu lugar ao Grémio Alentejano, hoje conhecido por Casa do Alentejo.
O restaurante é fantástico, a comida saborosa e o antendimento bastante cordial.
Pedindo o prato do dia, fica uma refeição em conta (tomando como base os preços médios da zona, é claro), o café ainda é a 0,50€.
Estou há 3 anos a trabalhar no Chiado e não fazia ideia que existia tal sítio em Lisboa, qual história das "Mil e Uma Noites".
Quando entro, parece que cheguei a Marrocos (não que já lá tenha estado, mas ...). Um saguão, mosaicos no chão e azulejos nas paredes, arcos de ferradura ornamentados com pequenos rebordos que sustentam o edifício são fortes evidências de uma influência da cultura árabe.
Chama-se Casa do Alentejo e é um plácio nas Portas de Santo Antão, que terá sido construído nos finais do séc. XVII. Já pertecenceu a uma famíla aristocrática, os Paes do Amaral (ou Viscondes de Alverca), daí o nome do edifício: Palácio Paes do Amaral ou Palácio Alverca.
No início do século passado, tornou-se no 1º Casino de Lisboa: Magestic Club que mais tarde deu lugar ao Grémio Alentejano, hoje conhecido por Casa do Alentejo.
O restaurante é fantástico, a comida saborosa e o antendimento bastante cordial.
Pedindo o prato do dia, fica uma refeição em conta (tomando como base os preços médios da zona, é claro), o café ainda é a 0,50€.
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