Deixe lá, com este tratamento essa fobia a agulhas vai desaparecer!
Se nessa altura não fiquei convencida, agora ainda menos convencida estou.
6ª Feira passada fui à minha 3ª sessão de meso e digamos que até agora foi a PIOR das 3. Desde a 1ª que os 'buracos' são mais, as dores das picadas e pós-picadas maiores e o resultado não está a ser tão eficiente como eu esperava. Desta vez, quatro dos 'fuinhos' ficaram negros.
Que vida a minha ....
A ver se esta semana a tentência do mais-maior se inverte.
Uma coisa é certa, saio sempre de lá com uma 'pulseira super-hiper-mega sexy'.
Na 6ª feira depois de sair de lá, ainda fui desencantar um sorriso pepsodente para tirar uma foto junto da obra do Julian Beever
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Lá comecei a nova sessão de tratamentos radicais.
Hoje iniciei a primeira sessão de mesoterapia, a ver se é desta que fico boa de vez do meu pulso.
A primeira coisa que disse à médica foi que tinha (tenho) uma relação de inimizade com as agulhas, que tenho pavor a agulhas e que, quanto mais longe elas estiverem de mim, melhor.
Resultado: "olhe que o ortopedista receitou-lhe mesoterapia" e riu-se.
Pois, a alternativa era continuar na fisioterapia, e como quero ficar rapidamente e definitivamente boa do pulso ... quero lá saber. Venham as agulhas que cá estarei para as receber.
Fiquei mais 'tranquila', porque parece que não sou a única com esta, digamos, fobia.
Segundo ela, já teve pacientes com o mesmo tipo de problema. Não só continuaram o tratamento, como não se queixaram e, melhor que tudo, ficaram 'curados' da fobia (quanto a este ponto, tenho sérias dúvidas, mas ....).
Depois de me adormecer a zona com aquele fantástico spray, em poucos segundos já tinha uns quantos buracos no pulso.
Não que tenha doído, mas ardeu para xuxu.
A sério, não foi tão mal como pensava, foi apenas desagradável.
O que interessa é que dentro de mais umas semanitas vou estar como nova, pronta para mais aventuras.
Hoje iniciei a primeira sessão de mesoterapia, a ver se é desta que fico boa de vez do meu pulso.
A primeira coisa que disse à médica foi que tinha (tenho) uma relação de inimizade com as agulhas, que tenho pavor a agulhas e que, quanto mais longe elas estiverem de mim, melhor.
Resultado: "olhe que o ortopedista receitou-lhe mesoterapia" e riu-se.
Pois, a alternativa era continuar na fisioterapia, e como quero ficar rapidamente e definitivamente boa do pulso ... quero lá saber. Venham as agulhas que cá estarei para as receber.
Fiquei mais 'tranquila', porque parece que não sou a única com esta, digamos, fobia.
Segundo ela, já teve pacientes com o mesmo tipo de problema. Não só continuaram o tratamento, como não se queixaram e, melhor que tudo, ficaram 'curados' da fobia (quanto a este ponto, tenho sérias dúvidas, mas ....).
Depois de me adormecer a zona com aquele fantástico spray, em poucos segundos já tinha uns quantos buracos no pulso.
Não que tenha doído, mas ardeu para xuxu.
A sério, não foi tão mal como pensava, foi apenas desagradável.
O que interessa é que dentro de mais umas semanitas vou estar como nova, pronta para mais aventuras.
Ainda não é desta que me livro dos efeitos secundários de uma semana de adrenalina na neve.
A fisioterapia não foi suficiente.
Nem quis acreditar quando o médico me disse que tenho pela frente 5 semanas de mesoterapia.
Eu e a minha paixão por agulhas ... nem sei como vai ser. ISto sim, vai ser uma tortura.
A fisioterapia não foi suficiente.
Nem quis acreditar quando o médico me disse que tenho pela frente 5 semanas de mesoterapia.
Eu e a minha paixão por agulhas ... nem sei como vai ser. ISto sim, vai ser uma tortura.
Causa:
Uma semana de adrenalina na Serra Nevada
Efeito:
Um pulso assassinado
O que aconteceu foi querer andar armada em snowboarder.
Tudo corria às mil maravilhas:
Grupo: **** (a 5ª *, não pode ir)
Localização: Sierra Nevada
Condições Meteo: muita neve; muito sol; pouco vento ... condições ideais para a prática de desportos de inverno.
No 1º dia já subia às pistas mais fáceis (as pistas verdes para principiantes), coisa que no ano passado parecia muito improvável, já que (de tanto cair) passei a maior parte do tempo de rabo e joelhos no chão.
Ao 2º dia já andava em altos voos. Já fazia as pistas verdes mais longas e a maior altitude.
Ao 3º dia aprendi a curvar. Ok entre o curvar e o não curva houve algumas quedas p'lo meio. O que vale é que a neve estava fofinha.
Logo pela manhã do último dia (o dia em que ia passar a outro níve: as pistas azuis), estava a treinar as curvas quando no final da pista .... ZÁS, estatelei-me. Caí mal, em cima do pulso e passei a manhã no posto médico.
No meio de tanto esquiadores de braço ao peito, pernas enfaixadas e narizes partidos eu era a única snowboarder lesionada.
Mesmo tendo terminado as aventuras radicais mais cedo, a aventura continuo no dia seguinte. Da neve seguimos em direcção ao mar. Fizemos um desvio e parámos umas horitas em Gibraltar. Um local 'very british' e muito colonial, pena não ter dado para ir até ao Rochedo.
Mas certamente que surgirão novas oportunidades.
É uma aventura para repetir brevemente, mas desta vez sem a parte da lesão.
Uma semana de adrenalina na Serra Nevada
Efeito:
Um pulso assassinado
O que aconteceu foi querer andar armada em snowboarder.
Tudo corria às mil maravilhas:
Grupo: **** (a 5ª *, não pode ir)
Localização: Sierra Nevada
Condições Meteo: muita neve; muito sol; pouco vento ... condições ideais para a prática de desportos de inverno.
No 1º dia já subia às pistas mais fáceis (as pistas verdes para principiantes), coisa que no ano passado parecia muito improvável, já que (de tanto cair) passei a maior parte do tempo de rabo e joelhos no chão.
Ao 2º dia já andava em altos voos. Já fazia as pistas verdes mais longas e a maior altitude.
Ao 3º dia aprendi a curvar. Ok entre o curvar e o não curva houve algumas quedas p'lo meio. O que vale é que a neve estava fofinha.
Logo pela manhã do último dia (o dia em que ia passar a outro níve: as pistas azuis), estava a treinar as curvas quando no final da pista .... ZÁS, estatelei-me. Caí mal, em cima do pulso e passei a manhã no posto médico.
No meio de tanto esquiadores de braço ao peito, pernas enfaixadas e narizes partidos eu era a única snowboarder lesionada.
Mesmo tendo terminado as aventuras radicais mais cedo, a aventura continuo no dia seguinte. Da neve seguimos em direcção ao mar. Fizemos um desvio e parámos umas horitas em Gibraltar. Um local 'very british' e muito colonial, pena não ter dado para ir até ao Rochedo.
Mas certamente que surgirão novas oportunidades.
É uma aventura para repetir brevemente, mas desta vez sem a parte da lesão.
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