Já há muito tempo andava a 'namorar' o Fusion e não resisti mais, queria ter uns merguhos fantásticos e sem frio.
Depois de um teste na piscina, ontem foi o grande dia de me aventurar no mar. E que dia ... um S.Pedro de bom humor que nos presenteou com um lindo dia de sol, dois mergulhos extraordinários, experiências novas com ainda muito que aprender e treinar e um grupo super animado, ou não fosse o DEEPeople.
O primeiro mergulho foi nas Mesas do Cabo; um 'profundo' de 42' com uma profundidade máxima de 25.4 metros e a água a uma temperatura de 15º (nem dei conta do friozinho), um spot onde ainda encontramos vestígios do River Gurara e onde avistámos uma raia marmoreada.
Depois de carregar baterias com a farinha torrada, chegou a altura porque tanto esperava: o meu primeiro mergulho fotográfico.
FINALMENTE estreei a minha G9 debaixo de água.
O Carlos deu-me as indicações necessárias para conseguir fotografar alguma coisa decente e depois ... glup glup glup já estávamos novamente lá em baixo.
Depois de várias 'chapas' tiradas, acho que para uma primeira vez ainda se conseguiram aproveitar algumas.
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Se de dia o River é fantástico, à noite é de cortar a respiração ... foi um mergulho do outro mundo,que mesmo metendo água foi FABULÁSTICO. Foram 36' a 23,7 metros de profundidade, com uma água fresquinha de 14,8ºC.
Ontem à noite, o mar estava espelhado, o céu estrelado e a lua quase cheia, o feixe de luz do farol do Cabo anunciava a costa, a visibilidade incrível, o chá quentinho do Zé Luís fez milagres, a farinha torrada da Dália e do Leandro aconchegou os nossos estômagos e um grupo extraordinário numa noite que, mesmo sem registo fotográficos, foi inesquecível.
Guiada pelo fantástico intrutor Sílvio, a barbataninha-azul (Elizabete) terminou o seu Advance; acompanhada pelo super Alex fiz o meu primeiro grande nocturno (e que grande nocturno); o Zé Cortez e o Zé Luís lá andaram a explorar o fundo do mar connosco :)
Estou 'viciada' ... é uma experiência certamente a repetir.
Ainda tenho a adrenalina a correr nas veias, e as imagens da vida nocturna lá em baixo continuam a passar pela cabeça como se ainda lá estivesse em baixo ... as cores vivas dos Rascaços, alguns sargos veados ainda se passeavam lá em baixo, o plancton luminoscente a dançar mesmo à nossa frente, a perspectiva do casco do River, a visão de uma das escadas interiores .... MAGNÍFICO
ADOREI ... ADOREI ... ADOREI ... venha de lá esse Advance :D
Ontem à noite, o mar estava espelhado, o céu estrelado e a lua quase cheia, o feixe de luz do farol do Cabo anunciava a costa, a visibilidade incrível, o chá quentinho do Zé Luís fez milagres, a farinha torrada da Dália e do Leandro aconchegou os nossos estômagos e um grupo extraordinário numa noite que, mesmo sem registo fotográficos, foi inesquecível.
Guiada pelo fantástico intrutor Sílvio, a barbataninha-azul (Elizabete) terminou o seu Advance; acompanhada pelo super Alex fiz o meu primeiro grande nocturno (e que grande nocturno); o Zé Cortez e o Zé Luís lá andaram a explorar o fundo do mar connosco :)
Estou 'viciada' ... é uma experiência certamente a repetir.
Ainda tenho a adrenalina a correr nas veias, e as imagens da vida nocturna lá em baixo continuam a passar pela cabeça como se ainda lá estivesse em baixo ... as cores vivas dos Rascaços, alguns sargos veados ainda se passeavam lá em baixo, o plancton luminoscente a dançar mesmo à nossa frente, a perspectiva do casco do River, a visão de uma das escadas interiores .... MAGNÍFICO
ADOREI ... ADOREI ... ADOREI ... venha de lá esse Advance :D

No último dia do ano de 2007 fui passar as 12 badaladas a Sesimbra (sim ... 2007, não estou a ficar doida).
O frio era grande, mas para ver fogo de artifício na praia da Califórnia aguentou-se.
Um pouco antes das 00h reparei num grupo de pessoas vestidas de forma "estranha". Quando reparei que eram mergulhadores perguntei-me "Mas o que estes malucos vão fazer para a água, a estas horas, com um frio de rachar?!" Minutos depois reparei qual era a "loucura" daquele grupo animado.
Quem diria que passados 2 anos eu iria fazer parte de tal grupo.
Apesar das condições meteorológicas e do estado do mar terem condicionado os planos originais de uma coreografia subaquática na baía de Sesimbra (na praia da Califórnia), à última hora o tempo lá melhorou e a alternativa de se fazer o mergulho dentro do porto de abrigo foi substituída por um mergulho mesmo em frente ao Hotel do Mar.
Ao todo éramos 60 mergulhadores e estávamos acompanhados à superfície por 40 surfistas.
Depois de um breafing e de nos equiparmos, chegou a altura de levarmos todo o equipamento para o barco e 'zarparmos' até ao local do mergulho. Entrámos na água um pouco antes da meia-noite, já de lanternas acesas para não nos perdermos dos nossos buddies numa água turva pela ondulação dos últimos dias.
Chegados lá a baixo (a uma profundidade de 7 metros), abrimos uma garrafa de champagne e fizemos um brinde ao novo ano. Depois de abraços e cumprimentos subaquáticos que a ocasião pedia, viemos todos à superfície para mais um brinde e abraços e apreciarmos o maravilhoso fogo de artifício que era lançado a partir da Fortaleza.
FOI LINDO ... quem me conhece sabe o quanto gosto de fogo-de-artifício e poder vê-lo daquela perspectiva, depois de uma experiência como a que foi passar as 12 badalas lá em baixo, na companhia de quatro buddies 5* (Zé, Elis, Alcindo e Luís) ... simplesmente INESQUECÍVEL.
Ainda sem o vídeo oficial do nosso mergulho, fica aqui uma amostra do que foi este ano um dos reveillons mais originais do país.
Foi sem dúvida uma passagem de ano diferente e a repetir.
Na passada 6ªFeira comemorámos mais um aniversário OL, o sétimo.
O dia foi passado a bordo de um veleiro a aproveitar os ares da Arrábida, do Sado e do Atlântico, num passeio entre Setúbal e Sesimbra.
Depois de zarpámos de Setúbal navegámos junto à costa da Arrábida até chegarmos à Praia do Ribeiro de Cavalo, situada na costa sul de Sesimbra, onde fundeámos.
Para abrir o apetite, fomos a banhos (nas águas frias mas não geladas) e até houve quem se aventurasse a nadar até à praia (ainda foi um esticãozito e por incrível que pareça, a viagem de regresso ao barco foi mais fácil).
Depois do exercício físico, a hora da 'paparoca' foi mais que mercida.
A sesta então ... soube a ginjas.
É uma experiência fantástica esticar a toalha na proa no veleiro, fechar os olhos e sentir o sol, o cheiro do mar e o 'sabor' da ondulação.
A tarde foi dedicada a trabalhos forçados.
Para passeios no mar ... há que ser marinheiro, por isso içámos a vela e fomos ao sabor do vento de regresso ao Sado.
Caça a vela e vira a estibordo ... caça a vela e vira a bombordo ... cuidado com a cabeça ... vamos passar por Tróia ... yeahhhhh
Um grande dia, passado a conviver em alto-mar
Este dia também foi 'memorável' por se ter apresentado o nosso mais recente projecto euParticipo.org no programa O Mundo das Mulheres.
Ficam aqui alguns registos do dia
O dia foi passado a bordo de um veleiro a aproveitar os ares da Arrábida, do Sado e do Atlântico, num passeio entre Setúbal e Sesimbra.
Depois de zarpámos de Setúbal navegámos junto à costa da Arrábida até chegarmos à Praia do Ribeiro de Cavalo, situada na costa sul de Sesimbra, onde fundeámos.
Para abrir o apetite, fomos a banhos (nas águas frias mas não geladas) e até houve quem se aventurasse a nadar até à praia (ainda foi um esticãozito e por incrível que pareça, a viagem de regresso ao barco foi mais fácil).
Depois do exercício físico, a hora da 'paparoca' foi mais que mercida.
A sesta então ... soube a ginjas.
É uma experiência fantástica esticar a toalha na proa no veleiro, fechar os olhos e sentir o sol, o cheiro do mar e o 'sabor' da ondulação.
A tarde foi dedicada a trabalhos forçados.
Para passeios no mar ... há que ser marinheiro, por isso içámos a vela e fomos ao sabor do vento de regresso ao Sado.
Caça a vela e vira a estibordo ... caça a vela e vira a bombordo ... cuidado com a cabeça ... vamos passar por Tróia ... yeahhhhh
Um grande dia, passado a conviver em alto-mar
Este dia também foi 'memorável' por se ter apresentado o nosso mais recente projecto euParticipo.org no programa O Mundo das Mulheres.
Ficam aqui alguns registos do dia
photo by: Paulo Ribeiro
photos by: Hugo Silva
photos by: me
photos by: Ricardo Nascimento
O sábado passado foi dia de limpezas - o meu primeiro Clean Up Day.
O meu primeiro mergulho pós-Padi Open Wather foi um mergulho limpo. Nada melhor do que "oficializar" o fim do curso que participando numa iniciativa a nível internacional organizada pelo Project Aware Foundation, como foi o "Clean Up Day" no passado dia 19 de Setembro.
Em Sesimbra o "spot" escolhido pelo animado grupo da Deepdive foi o molhe de Sesimbra.
Tendo como budy directo o Alex, fizémos uma grande mergulho de 52 minutos (das 10:35 às 11:27) a 11 metros de profundidade (o meu mergulho mais fundo e demorado até hoje) numa água 'fesquinha' a 17,3ºC. Apesar da água fresquinha o frio nem foi sentido, tal não foi a nossa actividade de limpeza.
É incrível a quantidade de lixo que as pessoas depositam no mar (sobretudo as que mais vivem/dependem dele). No sábado tive uma maior percepção do atentado ambiental que se comete contra a vida marinha e contra nós próprios. Em 50 minutos recolhemos cordas, latas, o que me pareceu serem cobertores (ou algo do género), e as mais incríveis foram parte de um escadote e uma enorme bateria de barco!
Como primeira experiência do género, até que correu bem. Tive uns pequenos 'atrofios' com o peso do lixo v. flutuabilidade mas com o tempo e a prática vão deixar de existir.
Foi um pequeno contributo para sensibilizar as pessoas a tomarem conta deste nosso pequeno planeta, em que no meio de tanta limpeza deu para observar uma maravilhosa vida subaquática.
ADOREI ... venham mais mergulhos
Ficam aqui algumas fotos desta iniciativa tiradas pelo Carlos. Podem ver mais aqui
O meu primeiro mergulho pós-Padi Open Wather foi um mergulho limpo. Nada melhor do que "oficializar" o fim do curso que participando numa iniciativa a nível internacional organizada pelo Project Aware Foundation, como foi o "Clean Up Day" no passado dia 19 de Setembro.
Em Sesimbra o "spot" escolhido pelo animado grupo da Deepdive foi o molhe de Sesimbra.
Tendo como budy directo o Alex, fizémos uma grande mergulho de 52 minutos (das 10:35 às 11:27) a 11 metros de profundidade (o meu mergulho mais fundo e demorado até hoje) numa água 'fesquinha' a 17,3ºC. Apesar da água fresquinha o frio nem foi sentido, tal não foi a nossa actividade de limpeza.
É incrível a quantidade de lixo que as pessoas depositam no mar (sobretudo as que mais vivem/dependem dele). No sábado tive uma maior percepção do atentado ambiental que se comete contra a vida marinha e contra nós próprios. Em 50 minutos recolhemos cordas, latas, o que me pareceu serem cobertores (ou algo do género), e as mais incríveis foram parte de um escadote e uma enorme bateria de barco!
Como primeira experiência do género, até que correu bem. Tive uns pequenos 'atrofios' com o peso do lixo v. flutuabilidade mas com o tempo e a prática vão deixar de existir.
Foi um pequeno contributo para sensibilizar as pessoas a tomarem conta deste nosso pequeno planeta, em que no meio de tanta limpeza deu para observar uma maravilhosa vida subaquática.
ADOREI ... venham mais mergulhos
Ficam aqui algumas fotos desta iniciativa tiradas pelo Carlos. Podem ver mais aqui
Terminei o meu primeiro PADI :)
Foi este domingo, com um duplo mergulho fantástico.
Não que os outros não tivessem sido, mas este teve o gostinho especial por serem os últimos mergulhos em que os "melgas" dos instrutores nos 'torturaram' debaixo de água com cada exercício .... obrigaram a inundar a máscara, ou a tirá-la e ficar sem ela por algum tempo, ou ir até à superfície simulando falta de ar ... tudo coisas super divertidas.
Foi na Baleeira, uma tarde de domingo passada literalmente debaixo de água, com visibilidade de 10 metros e uma temperatura de 19,5 graus (parece quente, MAS NÃO É!)
Fotos do Carlos no DEEPDIVE-NEWS
Obrigada Alex, TZ, Carlos e Sílvio.
Sábado lá terão de me aturar na minha primeira aventura pós-PADDI: Clean Up Day ahh e nada de sabotar garrafas fechando-as com chaves inglesas sim?! :)
Foi este domingo, com um duplo mergulho fantástico.
Não que os outros não tivessem sido, mas este teve o gostinho especial por serem os últimos mergulhos em que os "melgas" dos instrutores nos 'torturaram' debaixo de água com cada exercício .... obrigaram a inundar a máscara, ou a tirá-la e ficar sem ela por algum tempo, ou ir até à superfície simulando falta de ar ... tudo coisas super divertidas.
Foi na Baleeira, uma tarde de domingo passada literalmente debaixo de água, com visibilidade de 10 metros e uma temperatura de 19,5 graus (parece quente, MAS NÃO É!)
Fotos do Carlos no DEEPDIVE-NEWS
Obrigada Alex, TZ, Carlos e Sílvio.
Sábado lá terão de me aturar na minha primeira aventura pós-PADDI: Clean Up Day ahh e nada de sabotar garrafas fechando-as com chaves inglesas sim?! :)
Acho que toda a gente já passou pela mesma indecisão. Que fazer durante as férias?!
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Ir para fora? Ir para fora cá dentro? Ficar em casa?!
Se o ano passado a 'doideira' foi ir para águas calientes, de um azul turqueza hipnotizante em Cabo Verde, este ano a doideira não andou longe.
Deu-me mais um "vipe" e decidi continuar com a experiência que iniciei na Ilha do Sal com o Nuno no Manta e que já cá em Sesimbra ainda fez crescer o "bichinho" pelas aventuras nas profundezas do oceano.
Toca a tirar o curso "PADI Open Water Diver", na DeepDive
Comecei a semana passada.
Aulas teóricas, testes de avaliação, aulas práticas na piscina ... ups em águas confinadas e no domingo passado ... saída para o mar :D
Apesar de ser um curso de 'problemas' (o curso serve para isso, para saber resolver os problemas que nos possam surgir sob a áegua), os testes teóricos têm corrido muito bem (em 4 testes já feitos ... 90% no primeiro; 100% no segundo; no terceiro tive um deslise e fiquei-me pelos 70%, mas hoje regressei aos 100%).
A prática na piscina afinal não é o bicho de 7 cabeças que aparenta ser. Sim ... inundar a máscara faz alguma confusão ao início, a equalização dos ouvidos ainda é um pouco problemático (hoje já correu bem melhor), a flutuabilidade já começa a ficar bem mais estável ...
Mas o melhor de tudo é mesmo ir para o mar.
Depois de alguns stresses em equalizar os ouvidos e de conseguir relaxar, ficar lá no fundo é como atingir um estado ZEN. Desligamos por completo de tudo.
Domingo a saída foi em Sesimbra, entre a Malha Vermelha e a Malha Branca.Estivemos 40 minutos debaixo de água, a 9 metros de profundidade e com uma temperatura de 17ºC.
Como 'budy' para este mergulho tivemos o Carlos Monteiro, o instrutor do curso de fotografia (acho que vai ser o próximo) que andou lá por baixo a experimentar o seu novo brinquedo. Numa dessas 'experiências' apanhou-nos a observar uma 'alguita'.
Apesar de não parecer, eu sou a que está mais à direita na foto. No meio está o Alex, o meu instrutor
Enquanto não arranjo forma de a ter uma caixa estanque, vou ver com o Carlos se ele me faculta mais algumas experiências, pelo menos da saída de domingo.
Depois de, na 5ª feira, ter sido 'Dr. House' por um dia lá consegui ter um fim-de-semana sossegadito e sem dores.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
Ainda ando nestas manobras com o pulso e como as dores não passavam com Voltaren, 5ªfeira lá fui visitar a SAP de Sesimbra onde me deram uma valente BOMBA (uma injecção anti-inflamatória/analgésico e relaxante muscular).
Assim fiquei pronta para um fim-de-semana em Sevilha :D
Já cheguei lá de noite ... pronta para descansar de uma viagem de quase 5 horas.
O sábado começou bem cedinho. Às 7h (espanholas) já estava a pé para preparar o itenerário e tomar o pequeno almoço.
Tenho a dizer que o pequeno almoço do NH Central Convenciones são DELICIOSOS. Para estar apta as longas caminhadas do dia, há que tomar um bom pequeno almoço. A variedade era mais que muita, mas fiquei-me pelos sumos naturais, fruta, iogurte com frutos secos e cereais, pão com queijo, leite com café. Mesmo assim quase que me tiveram de arrastar da mesa.
Às 9h15, depois de apanhar o "super-metro" (em que as plataformas estavam vedadas, com portas que abriam apenas quando o metro chegava e abria as suas portas), seguimos a pé pela Calle San Fernando (rua larga onde só passa o eléctrico, as ciclovias e os peões) até ao Reales Alcázares de Sevila.
1- Pequeno Almoço; 2- Plataforma do Metro; 3- Calle San Fernando; - Calle San Fernando e hotel Alfonso XIII
Os Reales Alcázares de Sevila são um enorme complexo palaciano que começou a ser erguido no século X e que é uma mistura de vários estilos desde o islâmico, mudéjar, gótico ao renascentista.
É um sítio magnífico, imponente repleto de páteos interiores, trabalho de cerâmica e azulejaria de várias épocas e jardins magnífícos de cortar a respiração a qualquer pessoa.
Lá dentro nem damos pelo tempo passar, só queremos ver isto, e aquilo ... espreitar acolá e quando damos por nós são horas de ir embora.
1- Pátio do Leão; 2- Entrada do Palácio de Pedro I; 3- Páteo Interior; 4- Pormenor de uma janela de um dos páteos interiores; 5- Pátio das Bonecas; 6- Pátio das Donzelas
7- Pavilhão da Alcoba (jardins); >8- Sistema de água dos jardins; 9- Tanque de Mercúrio
Depois de caminhar por jardins e palácios nos Reales Alcazares, seguimos até à Casa de Pilatos. Mais um palacete enorme com influências renascentistas e mudéjar. Como à hora que chegámos parecia estar encerrado, vimos apenas o exterior .
Da Praça de Pilatos descemos até ao Paseo de Cristóbal Cólon mesmo a tempo de apanhar a Torre del Oro ainda aberta e ainda com energia para subir os 91 dedraus até ao topo.
Uma torre que data do século XIII e que foi erguida numa das margens do Guadalquivi pelos Almóadas com propósitos militares para controloar todas as entradas e saídas do porto. Mais tarde serviu como depósito das riquezas riquezas que vinham das rotas das Índias Orientais e Ocidentais (daí o seu nome).
Actualmente é o museu naval de Sevilha. Do topo da torrer consegue-se ver bastante da cidade, mas sobretudo alcançar as 9 pontes sobre o rio.
Como o dia estava escaldante e as pernas já doíam, o final da tarde foi passado na piscina do hotel. Um carregar de baterias para o passeio da noite. Uma fantástica viagem de barco pelo rio, com direito a cabelos ao vento e pôr do sol nas margens do rio.
Apesar de domingo ser dia de levantar igualmente cedo, ainda deu para ir contemplar o 'mistério' de Sevilha à noite. Jardins, monumentos, pontes e edifícios todos iluminados, ruas com outra vida. Ainda pudemos entrar na Universidade (antiga Fábrica de Tabacos) onde havia uma peça de teatro a decorrer num nos páteos interiores. A Catedral ... deixou-me sem palavras. Simplesmente fantástico.
O Domingo começou da mesma forma: pequeno almoço reforçado, para um dia que seria longo.
Saindo do hotel, a caminhada foi até à Praça de Espanha (existe sempre uma onde quer que se vá).
Um local majestoso projectado para a Exposição Ibero-Americana de 1929, cujo imponente complexo arquitectónico se ergue na praça semi-circular possui 2 torres (uma em cada extremidade) e alberga as sedes de diferentes organismos públicos e do governo civil e militar. Ao redor da praça existem 48 bancos, cada um dedicado a uma província espanhola e decorado com azulejos. Infelizmente, o riacho ao redor da praça estava sem água, mas as suas 4 pontes que o atravessam lá estavam para nos fazer imaginar quão bela seria aquela "pequena Veneza".
Apesar de estarem com obras numa das torres e de estarem a restaurar os bancos das provincias, é triste ver um local tão bonito apresentar bastantes sinais de degradação.
A Caminho da 'baixa' ainda passámos pelos Jardins de Catalina de Ribera. Mais uma zona verde e bem cuidada da cidade, junto aos Jardins de Alcazares, que proporciona algumas sombras e uns banquinhos para descansar. E que bem que souberam as sombras, porque às 11h o sol e o calor já queimavam.
Uma ida a Sevilha não ficaria completa sem ver a Catedral ou subir à Giralda. Depois de horas à seca e à procura do local mais fresco aguardar a abertura, lá fomos os primeiros a entrar na maior catedral gótica do mundo, no 3º maior templo cristão do mundo. Se por fora é algo grandioso o interior é de cortar a respiração. Entre vitrais coloridos, tectos altíssimos, altares de ouros estive ao pé do túmulo de Cristóvão Colombo.
A Catedral foi erguida entre os sécs XV e XVI sobre uma antiga mesquita, da qual resta 'La Giralda' o actual campanário, uma torre com 35 pisos (97,5 metros de altura).
Sim ... depois de 1 hora a torrar ao sol para entrar-mos na catedral, subi ao alto da torre.
Ao fim de subir 30 pisos perdi a conta a eles, por isso na descida, quando um senhor que ia a subir me perguntou se ainda faltava muito para o topo disse que faltavam 3 pisos. Na realidade ainda faltavam uns 6.
Valeu a pena toda aquela subida, a vista lá de cima é MAGNÍFICA.
Cá em baixo, no Páteo das Lanranjeiras, a sombra convida-nos a descansar um pouco.
Despois desta paragem, foi hora de regressar ao hotel para apanhar as bagagens e regressar a casa.
Tenho de regressar para ver tudo aquilo que não consegui ver num dia e meio de passeio.
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