nova mascote nas redondezas

Depois da Mel nos ter deixado há um mês, os residentes da 'Lapónia' andavam murchinhos, queriam companhia de brincadeiras, de lambidelas e de disparates.

Vai daí, hoje fomos à Bianca, uma associação aqui em Sesimbra que acolhe os animais abandonados e que cuida deles com amor e dedicação.
Há cerca de 4 anos, trouxemos de lá o Sr Tobias para fazer companhia à Mel, hoje fomos buscar mais um terrorista de 'pincel branco' ... o Sebastião.

O Sebastião já faz as delícias da casa, já aprendeu a jardinar nos vasos da 'avó' e já fez amizade com o Tobias para conseguir apoderar-se de todos os brinquedos. Corre todo feliz e contente pela relva e está atento a tudo o que se passa à sua volta ... é um destemido :)



Sebastião, bem vindo à família Araújo

Argentina em Stª. Apolónia

Um dia hei-de ter uma aula de tango ... ontem foi a noite!

A noite de workshop/aula de tango na Steps, em Santa Apolónia, passou a correr: pisei e fui pisada, fui conduzida e (ao que parece) tentei conduzir*. No final, ainda consegui entrar no ritmo e fazer alguns passos de improviso (ou pelo menos, quero pensar que sim).



Posso dizer que não é tão fácil como parece, mas que dá vontade de aprender mais ... lá isso dá!

* os meus dotes de "motorista" falaram mais alto

Há dias de sol

Entre mergulho, paródia, caminhadas na praia e reencontro com a minha Buddyzinha, o regresso aos peixinhos não podia ter sido melhor.

Mas como nem só de mar vive o Homem (neste caso a mulher), hoje foi dia de caminhada pela Serra da Arrábida. Longe do reboliço das principais estradas, foram 9km de história, natureza e ar puro na rota dos Moinhos, em Palmela.





Domingo de experiências

A seco há quase 2 meses, está na hora de ir dar um alô aos peixinhos, ir desenferrujar a barbatana e ir testar as novas aquisições.
Espero que Neptuno seja generoso com o mar e S.Pedro com o tempo :)

de regresso às lides salgadas

Parece que este blog está a tornar-se numa coleção de fragmentos ... não da lua, mas do fundo do mar!!!
Ao fim de 5 meses a seco está na altura de voltar a dar uso à parafrenália de equipamento que hiberna no roupeiro ( acho que posso dizer que os 3metros de profundidade da banhoca de fim-de-ano, não contam para a estatística).

Segundo o Guru ...

... a coisa promete ser 5*. Só espero ter a minha bichinha G9 já de boa saúde para matar saudades das fotos-sub.

entrar em 2012 debaixo de água

O ano passado foi duro! Mas dentro dos momentos menos bons, houve grande alegria e amizade (digo 'menos bons' porque, até os maus momentos nos fazem crescer e, como tal, acabam por ter o seu 'q' de bons).

Em 2007 vi-os entrar na água pela primeira vez e só saíram de lá já estávamos em 2008. Nessa altura achei que eram doidos, que tinham um (ou vários) parafuso a menos. Em 2009 juntei-me a eles e em 2010 as restrições médicas fizeram-me receber o 2011 em terra.

Já 2012 ... esse foi recebido a 3 metros de profundidade, na Praia do Ouro em Sesimbra, naquela que eu considero das melhores passagens de ano que já tive.

São Pedro ajudou à festa e presenteou-nos com uma água sem ondulação a 15ºC e uma temperatura exterior de 16ºC. O grupo não foi tão grande como em 2009 mas continuava animado e, este ano, a comemoração teve um sabor especial: depois de mais de um ano na incerteza de regressar ao 'meu' mar ... poder partilhar esta experiência com a caçúla Araújo foi MUITO BOM.

O fogo de artifício lançado da fortaleza, pelas imagens que vi, foi lindo. Mas acreditem que, visto dentro de água tem uma magia especial.


vídeo dos grandes organizadores deste evento, o centro de mergulho ANTHIA


vídeo da CM Sesimbra


photo by Rui Vieira

Que 2012 traga muita Saúde, alegria, boa disposição, trabalho e muitos mergulhos à mistura!!!

Boas Festas Pessoal

BudaPESTE

Até porque já esta escapadela já andava a ser programada à M U I T O tempo, e aqui a je já estava a precisar de uma 'break', como prenda antecipada de Natal/Aniversário Até porque já esta escapadela já andava a ser programada à M U I T O tempo, e aqui a je já estava a precisar de uma 'break', como prenda antecipada de Natal/Aniversário dei a mim própria uma escapadela até Budapeste. Foram (quase) 4 dias que passaram a correr.

A viagem em si foi cansativa (9h de viagem no regresso, com escala em Frankfurt) e stressante (uma escala em Zurique, a correr pelo aeroporto para chegar a tempo do 2º voo do dia, já que o avião vindo de Lx chegou atrasado) e envolveu agulhas (o que uma pessoa não faz para ir passear).

Budapeste é uma cidade lindíssima, com uma arquitectura fantástica e que parece contar histórias.
As temperaturas não subiram além dos 2ºC, e as mais baixas foram suficientes para transformar 'aguaceiros glaciares' em neve.

A experiência mais incrível desta viagem por terras Húngaras, aconteceu logo no dia de chegada, quando entrei no espírito dos húngarps e, às 16h estava eu de molho nas piscinas de Szechenyi.
Teria sido uma ida 'normal' às termas se:
1º não estivesse de noite;
2º a piscina não fosse exterior;
3º a temperatura exterior não estivesse nos -2ºC
4º a água termal não estivesse a 34ºC.

Foi "1h e picos" de molho em que pude confirmar que, independentemente da hora do dia, faça chuva, sol ou neve, o povo húngaro vive 'as termas' como nunca tinha visto ... são os ginásios lá do sítio, onde crianças, adultos e idosos convivem.

Visitei museus (o mais marcante foi, sem dúvida, o do Holocausto), igrejas católicas, ortodoxas e sinagogas, passei pelas muitas feiras tradicionais de natal* ou seja: levantar cedo, longas caminhadas, frio**, neve, nevoeiroooooo e muita fotografia.

Agora é a altura de fazer a selecção das milhentas fotos e, enquanto não termina, fica aqui uma amostra do que foram estes dias.




*bebi chocolate quente com Rum e provei o vinho quente (nota 20 para o 1º e um blachhh para o 2º)
**nunca pensei que os interiores térmicos do mergulho dessem tanto jeito fora de água

vai estar ...

... hideg

e dia de bolhinhas ...

Às 7h00 o dia ameaçava ser chuvoso e feio, mas com o avançar das horas veio o sol e o calor. Não que a chuva fosse essencial para a actividade planeada para o 1º domingo do mês, já que molhada ia ficar sempre.

Foi dia de regressar às profundezas, rever uma grande buddy-amiga e voltar a mergulhar com outro amigo, dia de mar cheio de vida e relativamente convidativo (ou não estivesse a água 18ºC). Foi um mergulho numa autêntica maternindade de judias, sargos e outros habitantes, choco, nudibrânquios e vestígios de vieiras.

Como não se pode pedir tudo de uma só vez, a fola e a suspensão que estavam aos 8,5 metros de profundidade não foram generosos com os 61' de tentativas fotográficas.




Valeu a tentativa
Valeu (vale sempre) o mergulhaço e o convívio :)